Crítica | Deadpool

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Dirigido por Tim Miller e escrito por Rhett Reese e Paul Wernick é uma comédia/ação um tanto diferente das convencionais.

Deadpool, interpretado por Ryan Renolds não é bem o que se chama de herói, nem de vilão; um anti-herói. Cujo após se descobrir vítima de um câncer terminal, aceita entrar para um projeto, prometido a cura de sua doença e poderes sobre-humanos capazes de curar qualquer coisa. Porém, não é bem o que acontece. O experimento dá errado, resultando num “abacate idoso” ou num “mapa de relevo” com o fator de cura possuidor da capacidade de se recuperar de tudo.

Possui um humor interessante, com piadas no momento certo e sem forçar. Algumas piadas poderiam ter sido feitas com qualquer outro herói engraçadinho, tendo em vista que, além de ser um psicopata, as piadas de Deadpool estão também no seu fator de cura rápido, o que não é visto no filme, como sua mão que demorou boas “horas de filme” para se regenerar. Algumas cenas meio ordinárias, com X-Mens que ninguém está interessado em ver. Porém, as primeiras cenas de luta impressionam a quem não esperava muito sangue e uma coreografia aceitável.

É possível dizer que nosso amigo Ryan está oficialmente perdoado de seus pecados com o outro Deadpool (X-Men Origens: Wolverine) e seu Lanterna’CGI’-Verde. Torcemos que continue assim.

 

NOTA: 8/10

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